bapto
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Os Intocáveis
Nessa semana muitas pessoas morreram por causa desse desenho. Embaixadas foram fechadas no mundo com medo de represália por parte do mundo islâmico. Os judeus também não aceitaram de bom grado. A charge nos mostra que esses dois povos são “intocáveis”.
O mundo tem medo do terrorismo islâmico radical e a ONU respeita demais os “bombardeios” israelitas sobre o povo palestino.
Não se deve falar de religião. É perigoso! Agora falar de Alá (o Deus – unicista dos mulçumanos) e seu profeta Maomé e relacionar com Jeová (o Deus unicista dos Judeus) é sacrilégio, ou melhor, Guerra na certa.
Já que não pode falar do deus deles. Posso falar do meu?
Ele (o meu Deus) deixou a Sua glória e veio morar com os humanos fracos, débeis e pecadores. Não nasceu num palácio cercado de conforto, mas numa manjedoura. Cresceu como um menino qualquer, e só com cerca de 30 anos se mostrou ao seu povo; mas por incrível que pareça o seu povo o rejeitou, até seus familiares não gostavam muito dele. Não fizeram caso dele. Ele não era formoso, nem tinha boa aparência, não o desejaram – Ele parecia muito simples para ser um Deus.
Meu Deus tinha um objetivo e dele não se desviaria; a CRUZ. Antes dela chegar, bateram nele, na verdade o espancaram, cuspiram em seu rosto dócil, arrancaram suas vestes, zombaram dele e o levantaram na estaca para que o mundo conhecesse o Deus SOFREDOR. Foi humilhado pelo homem pecador e perdido que Ele veio buscar e salvar. Até hoje Ele é humilhado e nunca reclamei. Não vou matar ninguém, nem fechar embaixadas e muito menos jogar bombas nos palestinos.
Se não podem falar do seu deus, fale do meu.
Wagner Mignella
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
O senhor "Sujo" e o senhor "Mal lavado"
Era uma vez um camarada chamado “Sujo”. É isso mesmo, o senhor “Sujo” era louco por verdinhas e por isso tentou na vida tudo para consegui-las, até um estabelecimento comercial onde mexia nelas todo dia; ele iniciou. Aí, aí, aí, essas verdinhas! O amor a Mamom (outro nome das verdinhas) é a raiz de toda “tranqueiragem”.
O Senhor Sujo percebeu que existia uma maneira melhor de ganhar verdinhas e abriu outra empresa, essa parecia de perto com a Casa da Moeda, era justamente isso que o senhor “Sujo” almejava. A síndrome do Tio Patinhas já se instalara em sua “cardia” e suas batidas dependiam da quantidade de verdinhas; quanto mais, melhor. As famosas verdinhas chegavam de todos os lugares onde suas empresas atuavam, e o senhor “Sujo” começou a “nadar nas benditas e cobiçosas verdinhas”. Um dia ele precisou de ajuda e contratou um amigo que se chamava “Mal lavado”. Segundo o senhor “Mal lavado” um dormia no ombro do outro. Não obstante, a síndrome dos irmãos Metralhas se instalara no coração do senhor “Mal lavado” e ele pensou: - Se o senhor “Sujo” pode “nadar nas verdinhas” eu também posso. (Já dizia um ditado anarquista: Não é o homem que conquista o poder, mas o poder que conquista o homem) E sem nenhuma compaixão pelo seu amigo de fé e irmão camarada, iniciou também suas empresas, abandonando o senhor “Sujo”.
Esse senhor “mal lavado” até desbancou um terceiro: o tal de “Senhor boca Suja”, mas essa é outra história. Falaremos do “Senhor boca suja” outro dia. Voltemos ao Evangelho. Quero dizer as verdinhas. O senhor “Mal lavado” começou a abrir tantas empresas quanto o senhor “Sujo” e por causa dessa concorrência desenfreada, passaram por cima de tudo e de todos, mostrando quem realmente eles eram. E que para eles os fins justificavam os meios. Não importavam o que fizessem, contanto que nadassem nas verdinhas.
Com toda essa concorrência é claro que viraram inimigos. E agora se percebe que o “Sujo” fala do “Mal lavado”
É óbvio que suas empresas nunca vão entrar em concordata. Pois as “verdinhas” não param de cair na piscina, onde de vez em quando se coloca um pouco de “cloro” para não ficar tão verde assim. Afinal pode dar na cara!
Wagner Mignella
wagner.pibg@hotmail.com
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